
NO DIA 20 DE ABRIL DE 1997, CINCO JOVENS RAPAZES DE CLASSE MÉDIA ALTA DE BRASÍLIA ATEARAM FOGO NO INDIO PATAXÓ, QUE DORMIA EM UMA PARADA DE ÔNIBUS NA ASA SUL, BAIRRO NOBRE DE BRASÍLIA. OS JOVENS FUGIRAM LOGO EM SEGUIDA , MAS UM CHAVEIRO ANOTOU O NÚMERO DA PLACA DO CARRO DOS ASSASINOS E ENTREGOU À POLÍCIA. HORAS DEPOIS O ÍNDIO GALDINO MORREU VITIMA DE QUEIMADURAS EM 95% DO SEU CORPO. DOS 5 ENVOLVIDOS , U M DELES ERA MENOR DE IDADE E FOI ENCAMINHADO AO CENTRO DE REABILITAÇÃO JUVENIL DO DF. FICOU PRESO POR 3 MESES ,MESMO TENDO SIDO CONDENADO A UM ANO DE RECLUSÃO. OS OUTROS 4 FORAM PRESOS . EM 2001, FORAM CONDENADOS PELO JÚRI POPULAR POR HOMICÍDIO DOLOSO A 14 ANOS DE PRISÃO, EM REGIME FECHADO; MAS EM 2002 TIVERAM AUTORIZAÇÕES PARA SAÍREM DO PRESÍDIO PARA TRABALHAR E RETORNASSEM AO FINAL DO EXPEDIENTE. ELES CONTINUAVAM ESTUDANDO EM UNIVERSIDADES LOCAIS; FORAM FLAGRADOS 3 DOS 5 RAPAZES BEBENDO CERVEJA EM UM BAR,NAMORANDO E DIRIGINDOO PRÓPRIO CARRO ATÉ O PRESÍDIO, SEM PASSAR POR QUALQUER TIP ODE REVISTA NA VOLTA. APÓS A DENÚNCIA, PERDERAM. TEMPORARIAMENTE, O DIREITO AO REGIME SEMI-ABERTO, QUE ERA O QUE PERMITIA O TRABALHO E O ESTUDO EXTERNOS; MAS NAO DUROU MUITO TEMPO. EM AGOSTO DE 2004,ELES GANHARAM O DIREITO AO LIVRAMENTO CONDICIONAL(ESTÃO LIVRES), MAS PRECISAM SEGUIR ALGUMAS REGRAS DE COMPRTAMENTO, TAIS COMO: NÃO SAIR DE BRASÍLIA SEM AUTORIZAÇÃO DA JUSTIÇA...REGALIAS
ASSIM QUE FORAM ENCAMINHADOS À PRISÃO, ELES NA OFICARAM 24 HORAS DETIDOS E MCELA COMUM, JUNTO AOS OUTROS PRESOS.FORAM TRANSFERIDOS PARA UMA BIBLIOTECA DESATIVADA, ONDE TIVERAM INÚMERAS REGALIAS.
segundo a promotora Maria José Miranda. Ela acompanhou o processo nos primeiros cinco anos, mas, por causa desconhecida, pediu afastamento do caso pouco tempo antes do julgamento.
Questionada se sofreu algum tipo de ameaça, Miranda prefere desconversar e diz apenas que “não é do meu perfil, não combina comigo, pedir para sair de um caso. Houve um motivo muito forte para que eu saísse do processo.
Questionada se sofreu algum tipo de ameaça, Miranda prefere desconversar e diz apenas que “não é do meu perfil, não combina comigo, pedir para sair de um caso. Houve um motivo muito forte para que eu saísse do processo.
Em entrevista ao G1, ela conta que os quatro rapazes tinham direito a tomar banho quente, cortinas e também ficavam com a chave da cela no bolso. “Durante cinco anos eles tiveram regalias que nenhum outro preso teve.”
A promotora explica que o processo dos quatro rapazes foi dificultado pela “quantidade absurda” de recursos apresentados e também pela “incessante tentativa de desqualificar o crime”, para que os assassinos não respondessem por homicídio e sim por lesão corporal seguida de morte. Maria José Miranda classifica o curso processual do caso Galdino como “anormal”. “Se o processo tivesse sido de réus comuns, mortais comuns, teria tido o curso de apenas seis meses. Tínhamos provas em abundância. O processo era, tecnicamente, muito simples”, disse Maria Miranda.
OUTRO LADO DA MOEDA:
A Justiça condenou a empregada doméstica Angélica Aparecida Souza, 19 anos, a quatro anos de prisão em regime semi-aberto por ter tentado roubar um pote de manteiga no dia 16 de novembro de 2005, no Jardim Maia, em São Paulo.De acordo com o jornal Diário de S.Paulo, ela afirmou que o ato foi causado por desespero, porque ela não aguentava ver o filho de 2 anos passar fome. Angélica entrou no mercado e foi surpeendida pelo dono, com o pote de 200 gramas de manteiga escondida no boné. A polícia foi acionada e Angélica passou 128 dias na cadeia de Pinheiros. Seu advogado, Nilton José de Paula, pediu liberdade provisória por quatro vezes, mas todas foram negadas. Ele recorreu ao Supremo Tribunal de Justiça, alegando que sua cliente não tinha antecedentes. Depois de quatro meses, Angélica foi libertada. Mas agora, foi condenada a cumprir pena em regime semi-aberto.http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL23764-5598,00.html
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